Crítica | Maze Runner: A Cura Mortal marca o fim da jornada de Thomas

Ação, aventura e a luta constante por sobrevivência marcam o desfecho da trilogia Maze Runner: A Cura Mortal chega aos cinemas para dar fim a jornada de Thomas.
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Ação, aventura e a luta constante por sobrevivência marcam o desfecho da trilogia Maze Runner: A Cura Mortal chega aos cinemas para dar fim a jornada de Thomas.

A história de Thomas (Dylan O'Brien) e dos outros clareanos em A Cura Mortal tem como ponto de partida os acontecimentos finais de seu antecessor - Maze Runner: Prova de Fogo - com um breve salto de tempo, sem rodeios ou espaços para explicações desse meio-tempo. É necessário estar com a memória fresca para ser jogado logo em seus primeiros minutos em meio a ação de um plano arriscado e ousado para resgatar Minho e os outros. Apesar de que a ação possa parecer bem sucedida, o amigo mais valioso para a turma no momento não está entre os resgatados. A corrida contra o tempo nunca para, Thomas se vê em mais uma encruzilhada em seu caminho, de um lado a necessidade de partir para um refúgio seguro com aqueles que conseguiram resgatar, do outro a missão suicida para tentar resgatar Minho novamente. Já sabemos qual será sua escolha, não!?


Thomas, Newt, Caçarola, Brenda e Jorge saem escondidos para a última cidade ainda de pé e Sede do CRUEL - onde Minho é mantido - sem plano ou certeza de que a cidade esteja livre de Cranks, a jornada final do grupo começa.

O mundo agora é um barril de pólvoras prestes a explodir, cada lado jogando com o que têm em busca da "Cura". Esses aspectos são bem explorados durante todo o longa, e é possível sentir a tensão, desespero e até mesmo esperança em meio a incerteza que o mundo se encontra. Até onde você iria para ter a chance de sobreviver?


Talvez a questão acima paire mais sobre Teresa (Kaya Scodelario) do que dos outros, uma das personagens mais complexas do best-seller de James Dashner, ganha um olhar caricato em meio a trama, apesar de carregar o fardo mais pesado de todos: o peso das memórias. Aos fãs dos livros, apesar das mudanças que ficam mais gritantes neste desfecho, a essência do universo criado por Dashner permanece a mesma.


Wes Ball, diretor do filme, não economiza nas cenas de ação, e os efeitos práticos empregados torna tudo mais realista e de tirar o fôlego, imprime sua personalidade e mostra que sabe para onde quer que a trama vá. Thomas Brodie-Sangster (Newt) e Aidan Gillen (Jason) são uns dos destaques do longa, ambos trazendo nuances distintas a seus personagens fazendo com que o telespectador se convença de tudo pelo qual estão passando.

Maze Runner: A Cura Mortal chega aos cinemas em 25 de janeiro e, apesar de deixar algumas pontas soltas encerra de maneira digna seu mais mortal capítulo.


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